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Construção Civil: Descarte dos Resíduos Perigosos.

OLHA SÓ QUE PERIGO!

EM QUE ATERRO SANITÁRIO PARA CLASSE I (ABNT) ELES SÃO DESCARTADOS? NA GESTÃO AMBIENTAL DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, O CONAMA DEIXOU O GRUPO DE FABRICANTES E PRESTADORES DE SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO, SEPARADO DO GRUPO DE TINTAS. NO MÍNIMO, ISTO É UMA GRANDE FALHA TÉCNICA. HOJE EM DIA, 95% DOS PRODUTOS USADOS PARA IMPERMEABILIZAÇÃO, NO BRASIL, SÃO FORMULADOS E FABRICADOS COMO TINTAS OU REVESTIMENTOS SIMILARES.  NA RESOLUÇÃO DO CONAMA, SÃO RESÍDUOS CLASSE D, ALTAMENTE TÓXICOS, IMPREGNANDO OS RESÍDUOS DE CONCRETO DAS LAJES, DAS COBERTURAS, DAS PISCINAS, DOS BALDRAMES, DAS FUNDAÇÕES E ETC. 

 Alcatrão de hulha é um líquido escuro, viscoso, constituído essencialmente de hidrocarbonetos aromáticos, tais como fenóis, anilina, piridina, benzeno, naftaleno. Trata-se da mais importante fonte natural de compostos aromáticos de grande importância para a indústria (mais de duzentos compostos podem ser obtidos). De uma tonelada de hulha pode ser obtido em torno de 50 kg de alcatrão. Antes de qualquer coisa é preciso entender o nome Coal Tar Enamel. É proveniente de antigas denominações de tintas à base de alcatrão do carvão (Matéria Prima Altamente Tóxica e usa Solvente). Hoje, as tintas à base de Coal Tar Enamel não são mais formuladas a partir do carvão e sim do refino do petróleo. Alguns fabricantes de tintas, no entanto, esquecem e mantém ainda, indevidamente, o nome Coal Tar Epóxi, quando o certo seria “Petróleo Tar”. Talvez porque, como o produto é composto de asfalto, não desejam informar que, verdadeiramente, tratar-se de uma simples pintura asfáltica, melhorada com epóxi. Um outro aspecto, de particular interesse, é a tendência mundial em não mais produtos derivados de petróleo (Asfálto, Betume, Piche, Alcatrões e Solventes) porque seus componentes são cancerígenos, particularmente, quando no local de aplicação deste produto aconteça um incêndio, liberando fumaça altamente tóxica. Isto já acontece quando a impermeabilização e executda com “Mantas Asfálticas” aplicadas com maçaricos.  Se tudo isso já não bastasse, os tipos de matérias primas acima mencionadas, contribuem para a destruição e redução da nossa Camada de Ozônio Estratosférico (O bom!), gerando o Ozônio Troposférico (O mau!)

Está na Bíblia:Procure em Gênesis, capítulo 6, versículo 14. Lá se encontra a primeira referência à impermeabilização da história. Durante as instruções para a construção da grande Arca de Noé, Deus teria dito: “Faze para ti uma arca de madeira resinosa. Farás com compartimentos e a revestirás de betume por dentro e por fora”. Essas ordens foram providenciais para gerar um barco seguro e salvar as espécies no dilúvio. 

SOLVENTES:

Os solventes derivados do petróleo são substâncias ou compostos químicos capazes de dissolver outro material de utilização industrial, principalmente tintas e impermeabilizantes. Geralmente, evaporam facilmente (Alto V.O.C.), são muitos inflamáveis e produzem pesados e negativos efeitos tóxicos. São utilizados como veículos para aplicar determinados produtos, tais como pintura, vernizes, lacas, tintas e adesivos, assim também, como na fabricação de Mantas Asfálticas e na maioria dos produtos usados em impermeabilização, desengraxantes e agentes de extração. Os solventes mais comuns são o benzeno, tolueno, estireno, xileno, hexano, pentano, clorofórmio, tetracloreto de carbono. álcoois, cetonas, glicóis e éteres. A maioria das indústrias empregam solventes tóxicos em algum de seus processos de fabricação, destacando-se entre elas as indústrias alimentícias, siderúrgicas, calçados, plásticos, borracha, tintas, impermeabilizantes, cosméticos, farmacêuticas, madeireiras e limpeza a seco, entre outras. Os efeitos dos solventes atingem principalmente o sistema nervoso, o sistema formador de sangue (hematopoiético), o fígado e os rins. 

O QUE SÃO RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: OBRAS NOVAS E DE REFORMAS.

São materiais provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras, e os resultantes da preparação e escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassas, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica, comumente chamados de entulhos obras. Esses materiais estão classificados em quatro categorias.

Categoria A: Alvenaria, concreto, cerâmicos e solos. Esses resíduos são reaproveitados na construção civil. Ex: um bloco de concreto, se for triturado, pode ser utilizado para pavimentação.

Categoria B: Plásticos, madeiras, metal e papel. Podem ser reciclados e usados para outra destinação, mas não são aproveitados em construções.

Categoria C: Produtos oriundos do gesso. Para esses materiais ainda não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicação ecomicamente viáveis que permitam a reciclagem ou recuperação desses materiais. São os grandes desafios da construção civis, pois não podem ser misturados com resíduos minerais em aterros sanitários. Como o gesso é solúvel em água, compromete a estabilidade do solo em casos de chuva.

 Categoria D: Tintas, solventes, óleos, impermeabilizantes e resíduos contaminados, como os oriundos de demolições, reformas e reparos de clinicas radiológicas e instalações industriais. Muitas vezes eles acabam sendo lançados na rede de esgoto. Esses materiais precisam ser destinados de acordo com normas técnicas específicas.
Fonte: Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e Obra Limpa. Na norma editada pelo CONAMA, de forma clara e transparente os impermeabilizantes não foram citados em nenhuma Classe, dando a entender que podem ser Categoria D, C e B.

Todos nós sabemos que é Classe D!  

Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)

Poluição invisível e global.

POPs é a sigla para Poluentes Orgânicos Persistentes, substâncias altamente tóxicas, formadas por compostos químicos orgânicos semelhantes aos dos seres vivos. Os POPs estão em todo lugar e são repassados de geração a geração, acumulando-se no meio ambiente e nos corpos das pessoas, animais e plantas.

Estas substâncias tóxicas são geradas em diversos processos industriais, entre eles:

• Produção do PVC: plástico utilizado em brinquedos, utensílios domésticos, tubos e conexões, embalagens de alimentos e etc;
• Produção de papel: através do processo de branqueamento com cloro;
• Geração e composição de produtos agrícolas: um grande número de herbicidas, 
inseticidas e fungicidas;
• Incineração de lixo: doméstico, industrial e hospitalar;
• Processos industriais: todos os que empregam cloro e derivados do petróleo (Solventes, Betume, Piche, Asfalto e Alcatrão de Petróleo) Matérias Primas Básicas da Impermeabilização Convencional..
 

Os POPs são tóxicos aos seres vivos, acumulam-se nos microorganismos, plantas, animais e, obviamente, no homem (cadeia alimentar), não sendo eliminados pelos organismos com o tempo. Por esta razão, os POPs são chamados bioacumulativos. Resistentes à degradação química, biológica e fotolítica (da luz), afetam a saúde humana e os ecossistemas, mesmo em pequenas concentrações.

Resíduos Sólidos Industriais:

 Segundo as normas da ABNT, resíduos sólidos industriais são todos os resíduos no estado sólido ou semi-sólido resultantes das atividades industriais, incluindo lodos e determinados líquidos, cujas características tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d´água ou que exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis. 

Classificação: Segundo a Norma ABNT NBR 10 004 de 09/1987, os resíduos sólidos industriais são classificados nas seguintes classes:


a)
Resíduos de Classe I – Perigosos (Na Classificação do CONAMA SÃO OS DA CLASSE D)

Resíduos que, em função de suas propriedades físico-químicas e infecto-contagiosas, podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente. Devem apresentar ao menos uma das seguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.  Obs.: Fica claro e evidente que os produtos para impermeabilização que contenham derivados de petróleo são resíduos Classe I, conforme Norma ABNT. Isto tem que ficar muito claro para as empresas, o mercado e os seus consumidores. Assim como, as tintas à base de solventes e matérias primas tóxicas.

b)Resíduos de Classe II – Não InertesAqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos Classe I ou Classe III. Apresentam propriedades tais como: combustibilidade, biodegrabilidade ou solubilidade em água.

c)Resíduos de Classe III – InertesQuaisquer resíduos que submetidos a um contato estático ou dinâmico com água, não tenham nenhum de seus componentes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água definidos pelo Anexo H da Norma NBR 10.004. 

Sds. João Alfredo C. Alvim

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Corrosão e Degradação do Concreto pelo ataque da Bactéria Thiobacillus Concretivorus, o “bastonete de enxofre” que come qualquer tipo de concreto, não revestido.

Autor1(1): João Alfredo Contrucci Alvim.Consultor Técnico em Revestimentos Protetivos, Anticorrosivos e Impermeabilizantes.Diretor TécnicoPURPOXY – Casa de Sistemas Anticorrosivos Ltda.e-mail:proteus@purpoxy.com.br   Palavras Chaves: Corrosão / Degradação do Concreto / Chuva Ácida / CO2 / H2S / Thiobacillus Concretivorus / Desufovibrio Desulforocans / Impermeabilização / Polyurea Coatings Systems.  Resumo: Corrosão e Degradação do Concreto pelo ataque da Bactéria Thiobacillus Concretivorus, o “bastonete de enxofre” que come qualquer tipo de Concreto, não revestido. Os efeitos do ácido sulfúrico em superfícies de concreto exposto a ambientes com esgotos e  águas paradas com a presença de Sulfeto de Hidrogênio-H2S, produzem uma reação devastadora no concreto, provocando a redução de seu pH de 14/12 para abaixo de 06 e, conseqüentemente, a perda de sua dureza e estabilidade. O concreto novo, normalmente, tem um pH de aproximadamente de 13 ou 14. Este pH elevado é o resultado da formação do cálcio de hidróxido [Ca (OH) 2], um subproduto após a hidratação do cimento. O hidróxido de cálcio é um composto cristalino, muito cáustico, que pode ocupar tanto quanto 25% do volume da massa de um concreto. Uma superfície de concreto com pH 13 ou 14, em um passado bem próximo, não permitiria o crescimento de nenhum tipo de bactéria corrosiva ou surgimento de corrosão. Entretanto, com o advento da eliminação dos metais pesados de nossos esgotos ou tratamentos de efluentes, nós criamos  um “habitat natural” para o crescimento e  proliferação de “bactérias corrosivas” que atacam o concreto, primeiramente, através da redução de seu pH, bem lentamente, pelo contato direto de uma solução de sulfeto de hidrogênio (H2S) e dióxido de carbono, facilmente capturado em nossa atmosfera. É importante salientar que, com a captura do CO2, a uma potencialização na velocidade de corrosão.   Estes gases são conhecidos como gases “ácidos”, porque dão forma a soluções ácidas, relativamente fracas, quando dissolvidos na água ou umidade presente na superfície do concreto. O CO2 produz o ácido carbônico e o H2S produz o ácido thiosulfúrico polithionico. Estes gases dissolvem-se na água ou nas superfícies úmidas do concreto, reagindo com o hidróxido de cálcio, reduzindo, lentamente e constantemente, o pH da superfície do concreto. Este processo de redução de seu pH é devastador para sua existência e longevidade, porque quando o seu pH cair para 9 ou 9.5, será o momento do surgimento e crescimento de várias bactérias corrosivas da mesma espécie (família), até o surgimento da “Bactéria Thiobacillus Concretivorus”, no momento que atingir o pH 7/6, também conhecida como o “Bastonete de Enxofre” que come concreto e excreta ácido sulfúrico, tornando-se muito mais agressiva na presença de CO2, capturado em abundância em nossa atmosfera. Concomitantemente a esta reação química de enfraquecimento do concreto, internamente, numa velocidade espantosa, outra bactéria corrosiva estará agindo de forma corrosiva na armação metálica de sustentação do concreto, é a “Bactéria Desufovibrio Desulforocans” que se alimenta do elemento “ferro” contido nos vergalhões metálicos, gerando-lhes fissuras e trincas durantes as ocorrências de dilatação e contração das construções de concreto, gerando um aumento de seu diâmetro que, provoca no concreto, desagregação, perda de dureza e coesão, virando “Farinha de Areia e Agregados”. 

      Por isso, nos tempos atuais em  que vivemos, não podemos aceitar que professores de Engenharia Civil ou de Arquitetura insistam em recomendar construções de concreto, sem revestimentos protetivos de alto desempenho físico e químico. Também devemos abandonar  um “velho paradigma tecnológivo” de que os revestimentos protetivos, anticorrosivos e impermeabilizantes devem permitir respiração através de seu filme ou película.

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Impermeabilização com Mantas Asfálticas, Betumes, Piches e Alcatrões – Atividade Industrial e Produtos tóxicos que ajudam no “Aquecimento Global e Poluição”.

As tintas imobiliárias e as impermeabilizações com os seus produtos convencionais (Mantas Asfálticas, Poliuretanos com Asfaltos, Betumes, Piches e Alcatrões)  são algumas  das maiores fontes de emissão de compostos orgânicos voláteis (C.O.Vs – V.O.Cs.) que afetam a qualidade do ar de nossa atmosfera e ambientes internos. Estes compostos  causam diversos danos à nossa vegetação e  saúde dos seres humanos, tais como problemas respiratórios, efeitos neurotóxicos, carcinogenicidade, entre outros, além de contribuírem para formação do ozônio troposférico. Este presente texto tem como principal objetivo identificar as diferenças qualitativas e quantitativas na emissão dos C.O.Vs, a fim de informar aos consumidores destes serviços e  produtos sobre eventuais problemas decorrentes do uso destes para o meio ambiente, saúde ocupacional e bem-estar geral da população. Os resultados mostraram que as tecnologias convencionais à base de solvente orgânico chegam a emitir cerca de 520 vezes mais C.O.Vs em relação às tecnologias à base de água e de baixo odor quando comparadas no estado líquido ou inicial de aplicação. Estes dados indicam que uma discussão ampla sobre o tema deve ser iniciada para que se reduzam estas emissões que  causam sérios  danos à sociedade (as tecnologias que não são consideradas verdes).Compostos Orgânicos Voláteis (C.O.Vs ou VOCs) constituem uma classe de poluentes do ar que são predominantemente emitidos, na atmosfera, pela frota veicular (combustão de combustíveis fósseis e perdas evaporativas) e por processos industriais, como na fabricação de solventes e de muitos derivados de petróleo. Muitos C.O.Vs são prejudiciais ao meio ambiente direta e indiretamente.Dentre os problemas causados diretamente, destacam-se os efeitos tóxicos, como irritação da mucosa e problemas hematológicos, hepáticos, renais e neurológicos (Crump, 1995). Nos compostos analisados, destaca-se o reconhecido potencial cancerígeno do benzeno em humanos. Além disso, indiretamente, os C.O.Vs acentuam diversos problemas de meio ambiente, tais como: Degradação do Ozônio Estratosférico, Efeito Estufa e Formação de Ozônio Troposférico.No Brasil, apesar dos conhecidos efeitos adversos dos C.O.Vs, não existem regulamentações para o controle de emissões destes gases. Assim, espera-se que as informações geradas neste trabalho sirvam de incentivo e referência para a criação de políticas visando a melhoria da qualidade do ar. Enquanto isto não acontece, cabe aos consumidores destes serviços colaborarem para erradicação destas tecnologias tóxicas e altamente poluidoras.XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXCompostos orgânicos voláteis são compostos que contêm carbono, facilmente vaporizado em condições de temperatura e pressão ambiente e reagem fotoquimicamente na atmosfera. Monóxido e dióxido de carbono não estão presentes nesta categoria. Como acima já foi informado, os C.O.Vs têm um grande impacto sobre a saúde humana em função da sua alta toxicidade e efeito cancerígeno. Além disso, através de reações químicas, formam o ozônio troposférico que fica concentrado nas baixas camadas da atmosfera. Segundo dados da Cetesb/SP, este tipo de ozônio é o único poluente monitorado que ainda ultrapassa, com freqüência, os limites de qualidade e segurança estabelecidos pela legislação. Segundo a CETESB:  Tolueno, Xileno, Hexano, Etil-benzeno e Trimetilbenzeno, são os C.O.Vs encontrados em maior concentração na atmosfera. Quando o ozônio está presente na troposfera, ao nível do solo, ele é considerado “ruim”. É aquele produzido fotoquimicamente pela ação da radiação solar sobre os óxidos de nitrogênio e VOC, causando efeitos sobre a saúde das pessoas e danos ao meio ambiente. Esse tipo pode causar irritação nos olhos e vias respiratórias, e diminuição da capacidade pulmonar. Pessoas que sofrem de problemas respiratórios, como enfisema, bronquite, pneumonia, asma e resfriados, tem maior dificuldade na respiração quando o ar apresenta elevados níveis de ozônio. Os materiais usados no interior das construções civis à base de concreto, principalmente os de impermeabilizações e acabamentos  mobiliários (pintura), são fontes típicas de emissão de poluentes. Essas fontes de poluição são as principais causadoras da má qualidade do ar no interior de moradias e em locais públicos, como ambientes de trabalho, escolas, restaurantes, shopping centers, salas de conferência e outros. Além dos problemas relacionados pela OMS, essas fontes ainda causam danos à saúde como alergia e doenças como asma, que levam à morte prematura. Ambientes saudáveis estimulam idéias e contribuem para a produtividade. Os produtos á base de solventes, como a tinta a óleo, o esmalte sintético e os de impermeabilizações, emitem na atmosfera hidrocarbonetos aromáticos e alifáticos, hidrocarbonetos contendo halogênio, cetonas, ésteres, álcoois, os quais contribuem na formação do ozônio troposférico (smog fotoquímico), que tem efeitos prejudiciais à saúde, principalmente para a população que faz parte de grupos vulneráveis a esses agentes químicos. No mundo inteiro, a obtenção de tecnologias e produtos ambientalmente amigáveis tem sido uma das principais linhas de pesquisa, o que levou a mudanças significativas nas formulações, produções e aplicações destes segmentos, nos países do primeiro mundo (Não no Brasil!). Várias tecnologias estão sendo adotadas com sucesso, como a formulação de produtos sem odor, com baixo teor de VOC, sem solventes (isentos desse tipo de emissão), com 100% de sólidos (Sólidos-Líquidos), colaborando na redução drástica de solventes aromáticos, substituição de produtos de base solvente por emulsões à base d’água, uso de novos tipos de coalescentes nas tintas de base aquosa e produção de tintas em pó.Estudos patrocinados pela Agência de Proteção Ambiental – EPA/USA, enviado ao Congresso em 1995, demonstrou que produtos de consumo comerciais, como tintas da linha arquitetura, produtos convencionais para impermeabilizações e produtos de higiene/limpeza, contribuem, anualmente, com aproximadamente 28% de emissão do C.O.Vs. ou V.O.Cs.  Índice extremamente alto.  Então, não adianta ficarmos acusando ou esperando nossos governantes e políticos tomarem alguma decisão sobre a defesa do nosso meio ambiente. A questão é saber o que cada pessoa ou membro de nossa sociedade pode fazer, no seu dia a dia, com medidas efetivas de proteção ao nosso meio ambiente.

Sds.João Alfredo C. Alvim  

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Novo e Revolucionário Paradigma Científico e Tecnológico para Impermeabilização e Revestimentos Protetivos Verdes.

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IMPERMEABILIZAR – VISÃO CONVENCIONAL.

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