Construção Civil: Descarte dos Resíduos Perigosos.

OLHA SÓ QUE PERIGO!

EM QUE ATERRO SANITÁRIO PARA CLASSE I (ABNT) ELES SÃO DESCARTADOS? NA GESTÃO AMBIENTAL DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL, O CONAMA DEIXOU O GRUPO DE FABRICANTES E PRESTADORES DE SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO, SEPARADO DO GRUPO DE TINTAS. NO MÍNIMO, ISTO É UMA GRANDE FALHA TÉCNICA. HOJE EM DIA, 95% DOS PRODUTOS USADOS PARA IMPERMEABILIZAÇÃO, NO BRASIL, SÃO FORMULADOS E FABRICADOS COMO TINTAS OU REVESTIMENTOS SIMILARES.  NA RESOLUÇÃO DO CONAMA, SÃO RESÍDUOS CLASSE D, ALTAMENTE TÓXICOS, IMPREGNANDO OS RESÍDUOS DE CONCRETO DAS LAJES, DAS COBERTURAS, DAS PISCINAS, DOS BALDRAMES, DAS FUNDAÇÕES E ETC. 

 Alcatrão de hulha é um líquido escuro, viscoso, constituído essencialmente de hidrocarbonetos aromáticos, tais como fenóis, anilina, piridina, benzeno, naftaleno. Trata-se da mais importante fonte natural de compostos aromáticos de grande importância para a indústria (mais de duzentos compostos podem ser obtidos). De uma tonelada de hulha pode ser obtido em torno de 50 kg de alcatrão. Antes de qualquer coisa é preciso entender o nome Coal Tar Enamel. É proveniente de antigas denominações de tintas à base de alcatrão do carvão (Matéria Prima Altamente Tóxica e usa Solvente). Hoje, as tintas à base de Coal Tar Enamel não são mais formuladas a partir do carvão e sim do refino do petróleo. Alguns fabricantes de tintas, no entanto, esquecem e mantém ainda, indevidamente, o nome Coal Tar Epóxi, quando o certo seria “Petróleo Tar”. Talvez porque, como o produto é composto de asfalto, não desejam informar que, verdadeiramente, tratar-se de uma simples pintura asfáltica, melhorada com epóxi. Um outro aspecto, de particular interesse, é a tendência mundial em não mais produtos derivados de petróleo (Asfálto, Betume, Piche, Alcatrões e Solventes) porque seus componentes são cancerígenos, particularmente, quando no local de aplicação deste produto aconteça um incêndio, liberando fumaça altamente tóxica. Isto já acontece quando a impermeabilização e executda com “Mantas Asfálticas” aplicadas com maçaricos.  Se tudo isso já não bastasse, os tipos de matérias primas acima mencionadas, contribuem para a destruição e redução da nossa Camada de Ozônio Estratosférico (O bom!), gerando o Ozônio Troposférico (O mau!)

Está na Bíblia:Procure em Gênesis, capítulo 6, versículo 14. Lá se encontra a primeira referência à impermeabilização da história. Durante as instruções para a construção da grande Arca de Noé, Deus teria dito: “Faze para ti uma arca de madeira resinosa. Farás com compartimentos e a revestirás de betume por dentro e por fora”. Essas ordens foram providenciais para gerar um barco seguro e salvar as espécies no dilúvio. 

SOLVENTES:

Os solventes derivados do petróleo são substâncias ou compostos químicos capazes de dissolver outro material de utilização industrial, principalmente tintas e impermeabilizantes. Geralmente, evaporam facilmente (Alto V.O.C.), são muitos inflamáveis e produzem pesados e negativos efeitos tóxicos. São utilizados como veículos para aplicar determinados produtos, tais como pintura, vernizes, lacas, tintas e adesivos, assim também, como na fabricação de Mantas Asfálticas e na maioria dos produtos usados em impermeabilização, desengraxantes e agentes de extração. Os solventes mais comuns são o benzeno, tolueno, estireno, xileno, hexano, pentano, clorofórmio, tetracloreto de carbono. álcoois, cetonas, glicóis e éteres. A maioria das indústrias empregam solventes tóxicos em algum de seus processos de fabricação, destacando-se entre elas as indústrias alimentícias, siderúrgicas, calçados, plásticos, borracha, tintas, impermeabilizantes, cosméticos, farmacêuticas, madeireiras e limpeza a seco, entre outras. Os efeitos dos solventes atingem principalmente o sistema nervoso, o sistema formador de sangue (hematopoiético), o fígado e os rins. 

O QUE SÃO RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: OBRAS NOVAS E DE REFORMAS.

São materiais provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras, e os resultantes da preparação e escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassas, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica, comumente chamados de entulhos obras. Esses materiais estão classificados em quatro categorias.

Categoria A: Alvenaria, concreto, cerâmicos e solos. Esses resíduos são reaproveitados na construção civil. Ex: um bloco de concreto, se for triturado, pode ser utilizado para pavimentação.

Categoria B: Plásticos, madeiras, metal e papel. Podem ser reciclados e usados para outra destinação, mas não são aproveitados em construções.

Categoria C: Produtos oriundos do gesso. Para esses materiais ainda não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicação ecomicamente viáveis que permitam a reciclagem ou recuperação desses materiais. São os grandes desafios da construção civis, pois não podem ser misturados com resíduos minerais em aterros sanitários. Como o gesso é solúvel em água, compromete a estabilidade do solo em casos de chuva.

 Categoria D: Tintas, solventes, óleos, impermeabilizantes e resíduos contaminados, como os oriundos de demolições, reformas e reparos de clinicas radiológicas e instalações industriais. Muitas vezes eles acabam sendo lançados na rede de esgoto. Esses materiais precisam ser destinados de acordo com normas técnicas específicas.
Fonte: Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e Obra Limpa. Na norma editada pelo CONAMA, de forma clara e transparente os impermeabilizantes não foram citados em nenhuma Classe, dando a entender que podem ser Categoria D, C e B.

Todos nós sabemos que é Classe D!  

Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)

Poluição invisível e global.

POPs é a sigla para Poluentes Orgânicos Persistentes, substâncias altamente tóxicas, formadas por compostos químicos orgânicos semelhantes aos dos seres vivos. Os POPs estão em todo lugar e são repassados de geração a geração, acumulando-se no meio ambiente e nos corpos das pessoas, animais e plantas.

Estas substâncias tóxicas são geradas em diversos processos industriais, entre eles:

• Produção do PVC: plástico utilizado em brinquedos, utensílios domésticos, tubos e conexões, embalagens de alimentos e etc;
• Produção de papel: através do processo de branqueamento com cloro;
• Geração e composição de produtos agrícolas: um grande número de herbicidas, 
inseticidas e fungicidas;
• Incineração de lixo: doméstico, industrial e hospitalar;
• Processos industriais: todos os que empregam cloro e derivados do petróleo (Solventes, Betume, Piche, Asfalto e Alcatrão de Petróleo) Matérias Primas Básicas da Impermeabilização Convencional..
 

Os POPs são tóxicos aos seres vivos, acumulam-se nos microorganismos, plantas, animais e, obviamente, no homem (cadeia alimentar), não sendo eliminados pelos organismos com o tempo. Por esta razão, os POPs são chamados bioacumulativos. Resistentes à degradação química, biológica e fotolítica (da luz), afetam a saúde humana e os ecossistemas, mesmo em pequenas concentrações.

Resíduos Sólidos Industriais:

 Segundo as normas da ABNT, resíduos sólidos industriais são todos os resíduos no estado sólido ou semi-sólido resultantes das atividades industriais, incluindo lodos e determinados líquidos, cujas características tornem inviável seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d´água ou que exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis. 

Classificação: Segundo a Norma ABNT NBR 10 004 de 09/1987, os resíduos sólidos industriais são classificados nas seguintes classes:


a)
Resíduos de Classe I – Perigosos (Na Classificação do CONAMA SÃO OS DA CLASSE D)

Resíduos que, em função de suas propriedades físico-químicas e infecto-contagiosas, podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente. Devem apresentar ao menos uma das seguintes características: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.  Obs.: Fica claro e evidente que os produtos para impermeabilização que contenham derivados de petróleo são resíduos Classe I, conforme Norma ABNT. Isto tem que ficar muito claro para as empresas, o mercado e os seus consumidores. Assim como, as tintas à base de solventes e matérias primas tóxicas.

b)Resíduos de Classe II – Não InertesAqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos Classe I ou Classe III. Apresentam propriedades tais como: combustibilidade, biodegrabilidade ou solubilidade em água.

c)Resíduos de Classe III – InertesQuaisquer resíduos que submetidos a um contato estático ou dinâmico com água, não tenham nenhum de seus componentes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água definidos pelo Anexo H da Norma NBR 10.004. 

Sds. João Alfredo C. Alvim

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Camada de Ozônio – Vc é a última esperança!

LEMBRA COMO A NOSSA GERAÇÃO SONHAVA EM MUDAR O MUNDO?
PARABÉNS, NÓS CONSEGUIMOS MUDAR O CLIMA!
"AQUECIMENTO GLOBAL" E "EFEITO ESTUFA", 
"URGENTEMENTE" O PLANETA PEDE A SUA AJUDA!
NÃO SE ESQUEÇA QUE A SOVREVIVÊNCIA DA FUTURA GERAÇÃO 
DE SUA FAMÍLIA,  DEPENDE DA PRESERVAÇÃO DE NOSSO MEIO AMBIENTE. 
DEVEMOS PRIORIZAR A ADOÇÃO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS  VERDES 
E LIMPAS.  VOCÊ É A ÚLTIMA ESPERANÇA PARA SALVAR O NOSSO 
MEIO AMBIENTE DA POLUIÇÃO QUÍMICA! 
NÃO BASTA INVESTIR EM AÇÕES DE SEQUESTRO DE CARBONO, 
TAMBÉM É PRECISO REDUZIR  OU ELIMINAR OS COMPOSTO ORGÂNICOS 
VOLÁTEIS (C.O.VS.) LANÇADOS EM NOSSA ATMOSFERA PELOS 
SEGMENTOS  DE IMPERMEABILIZAÇÃO, PINTURA ARQUITETÔNICA 
E PINTURA DE MANUTENÇÃO  INDUSTRIAL,PARA PODEREM RECEBER 
QUALQUER TIPO DE SELO VERDE OU QUALIFICAÇÃO DE CONSTRUÇÃO 
SUSTENTÁVEL.        	
Obs.: Não basta substituir o solvente derivado do petróleo 
pela água!
Sds.
João Alfredo C. Alvim   
  Por favor, convido-o a assistir o video sobre Camada de Ozônio, 
produzido pela Escola Saad Taubaté,direcionado através de 
seu  link abaixo colado, a saber:

http://br.youtube.com/watch?v=mfjsBXDUNBE

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Corrosão e Degradação do Concreto pelo ataque da Bactéria Thiobacillus Concretivorus, o “bastonete de enxofre” que come qualquer tipo de concreto, não revestido.

Autor1(1): João Alfredo Contrucci Alvim.Consultor Técnico em Revestimentos Protetivos, Anticorrosivos e Impermeabilizantes.Diretor TécnicoPURPOXY – Casa de Sistemas Anticorrosivos Ltda.e-mail:proteus@purpoxy.com.br   Palavras Chaves: Corrosão / Degradação do Concreto / Chuva Ácida / CO2 / H2S / Thiobacillus Concretivorus / Desufovibrio Desulforocans / Impermeabilização / Polyurea Coatings Systems.  Resumo: Corrosão e Degradação do Concreto pelo ataque da Bactéria Thiobacillus Concretivorus, o “bastonete de enxofre” que come qualquer tipo de Concreto, não revestido. Os efeitos do ácido sulfúrico em superfícies de concreto exposto a ambientes com esgotos e  águas paradas com a presença de Sulfeto de Hidrogênio-H2S, produzem uma reação devastadora no concreto, provocando a redução de seu pH de 14/12 para abaixo de 06 e, conseqüentemente, a perda de sua dureza e estabilidade. O concreto novo, normalmente, tem um pH de aproximadamente de 13 ou 14. Este pH elevado é o resultado da formação do cálcio de hidróxido [Ca (OH) 2], um subproduto após a hidratação do cimento. O hidróxido de cálcio é um composto cristalino, muito cáustico, que pode ocupar tanto quanto 25% do volume da massa de um concreto. Uma superfície de concreto com pH 13 ou 14, em um passado bem próximo, não permitiria o crescimento de nenhum tipo de bactéria corrosiva ou surgimento de corrosão. Entretanto, com o advento da eliminação dos metais pesados de nossos esgotos ou tratamentos de efluentes, nós criamos  um “habitat natural” para o crescimento e  proliferação de “bactérias corrosivas” que atacam o concreto, primeiramente, através da redução de seu pH, bem lentamente, pelo contato direto de uma solução de sulfeto de hidrogênio (H2S) e dióxido de carbono, facilmente capturado em nossa atmosfera. É importante salientar que, com a captura do CO2, a uma potencialização na velocidade de corrosão.   Estes gases são conhecidos como gases “ácidos”, porque dão forma a soluções ácidas, relativamente fracas, quando dissolvidos na água ou umidade presente na superfície do concreto. O CO2 produz o ácido carbônico e o H2S produz o ácido thiosulfúrico polithionico. Estes gases dissolvem-se na água ou nas superfícies úmidas do concreto, reagindo com o hidróxido de cálcio, reduzindo, lentamente e constantemente, o pH da superfície do concreto. Este processo de redução de seu pH é devastador para sua existência e longevidade, porque quando o seu pH cair para 9 ou 9.5, será o momento do surgimento e crescimento de várias bactérias corrosivas da mesma espécie (família), até o surgimento da “Bactéria Thiobacillus Concretivorus”, no momento que atingir o pH 7/6, também conhecida como o “Bastonete de Enxofre” que come concreto e excreta ácido sulfúrico, tornando-se muito mais agressiva na presença de CO2, capturado em abundância em nossa atmosfera. Concomitantemente a esta reação química de enfraquecimento do concreto, internamente, numa velocidade espantosa, outra bactéria corrosiva estará agindo de forma corrosiva na armação metálica de sustentação do concreto, é a “Bactéria Desufovibrio Desulforocans” que se alimenta do elemento “ferro” contido nos vergalhões metálicos, gerando-lhes fissuras e trincas durantes as ocorrências de dilatação e contração das construções de concreto, gerando um aumento de seu diâmetro que, provoca no concreto, desagregação, perda de dureza e coesão, virando “Farinha de Areia e Agregados”. 

      Por isso, nos tempos atuais em  que vivemos, não podemos aceitar que professores de Engenharia Civil ou de Arquitetura insistam em recomendar construções de concreto, sem revestimentos protetivos de alto desempenho físico e químico. Também devemos abandonar  um “velho paradigma tecnológivo” de que os revestimentos protetivos, anticorrosivos e impermeabilizantes devem permitir respiração através de seu filme ou película.

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Piscinas: Reformas e troca de pastilhas.

Não deixem de visitar o blog: http://reformadepiscinas.blogspot.com , onde poderão saber de inovações tecnológicas com Ecoprodutos para reformar a sua piscina, sem a necessidade de quebrar nada! De um novo visual moderno a sua piscina, colocando novos azulejos ou cerâmicas. Um novo visual com uma nova maquiagem.

Sds.

João Alfredo C. Alvim

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Impermeabilização com Mantas Asfálticas, Betumes, Piches e Alcatrões – Atividade Industrial e Produtos tóxicos que ajudam no “Aquecimento Global e Poluição”.

As tintas imobiliárias e as impermeabilizações com os seus produtos convencionais (Mantas Asfálticas, Poliuretanos com Asfaltos, Betumes, Piches e Alcatrões)  são algumas  das maiores fontes de emissão de compostos orgânicos voláteis (C.O.Vs – V.O.Cs.) que afetam a qualidade do ar de nossa atmosfera e ambientes internos. Estes compostos  causam diversos danos à nossa vegetação e  saúde dos seres humanos, tais como problemas respiratórios, efeitos neurotóxicos, carcinogenicidade, entre outros, além de contribuírem para formação do ozônio troposférico. Este presente texto tem como principal objetivo identificar as diferenças qualitativas e quantitativas na emissão dos C.O.Vs, a fim de informar aos consumidores destes serviços e  produtos sobre eventuais problemas decorrentes do uso destes para o meio ambiente, saúde ocupacional e bem-estar geral da população. Os resultados mostraram que as tecnologias convencionais à base de solvente orgânico chegam a emitir cerca de 520 vezes mais C.O.Vs em relação às tecnologias à base de água e de baixo odor quando comparadas no estado líquido ou inicial de aplicação. Estes dados indicam que uma discussão ampla sobre o tema deve ser iniciada para que se reduzam estas emissões que  causam sérios  danos à sociedade (as tecnologias que não são consideradas verdes).Compostos Orgânicos Voláteis (C.O.Vs ou VOCs) constituem uma classe de poluentes do ar que são predominantemente emitidos, na atmosfera, pela frota veicular (combustão de combustíveis fósseis e perdas evaporativas) e por processos industriais, como na fabricação de solventes e de muitos derivados de petróleo. Muitos C.O.Vs são prejudiciais ao meio ambiente direta e indiretamente.Dentre os problemas causados diretamente, destacam-se os efeitos tóxicos, como irritação da mucosa e problemas hematológicos, hepáticos, renais e neurológicos (Crump, 1995). Nos compostos analisados, destaca-se o reconhecido potencial cancerígeno do benzeno em humanos. Além disso, indiretamente, os C.O.Vs acentuam diversos problemas de meio ambiente, tais como: Degradação do Ozônio Estratosférico, Efeito Estufa e Formação de Ozônio Troposférico.No Brasil, apesar dos conhecidos efeitos adversos dos C.O.Vs, não existem regulamentações para o controle de emissões destes gases. Assim, espera-se que as informações geradas neste trabalho sirvam de incentivo e referência para a criação de políticas visando a melhoria da qualidade do ar. Enquanto isto não acontece, cabe aos consumidores destes serviços colaborarem para erradicação destas tecnologias tóxicas e altamente poluidoras.XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXCompostos orgânicos voláteis são compostos que contêm carbono, facilmente vaporizado em condições de temperatura e pressão ambiente e reagem fotoquimicamente na atmosfera. Monóxido e dióxido de carbono não estão presentes nesta categoria. Como acima já foi informado, os C.O.Vs têm um grande impacto sobre a saúde humana em função da sua alta toxicidade e efeito cancerígeno. Além disso, através de reações químicas, formam o ozônio troposférico que fica concentrado nas baixas camadas da atmosfera. Segundo dados da Cetesb/SP, este tipo de ozônio é o único poluente monitorado que ainda ultrapassa, com freqüência, os limites de qualidade e segurança estabelecidos pela legislação. Segundo a CETESB:  Tolueno, Xileno, Hexano, Etil-benzeno e Trimetilbenzeno, são os C.O.Vs encontrados em maior concentração na atmosfera. Quando o ozônio está presente na troposfera, ao nível do solo, ele é considerado “ruim”. É aquele produzido fotoquimicamente pela ação da radiação solar sobre os óxidos de nitrogênio e VOC, causando efeitos sobre a saúde das pessoas e danos ao meio ambiente. Esse tipo pode causar irritação nos olhos e vias respiratórias, e diminuição da capacidade pulmonar. Pessoas que sofrem de problemas respiratórios, como enfisema, bronquite, pneumonia, asma e resfriados, tem maior dificuldade na respiração quando o ar apresenta elevados níveis de ozônio. Os materiais usados no interior das construções civis à base de concreto, principalmente os de impermeabilizações e acabamentos  mobiliários (pintura), são fontes típicas de emissão de poluentes. Essas fontes de poluição são as principais causadoras da má qualidade do ar no interior de moradias e em locais públicos, como ambientes de trabalho, escolas, restaurantes, shopping centers, salas de conferência e outros. Além dos problemas relacionados pela OMS, essas fontes ainda causam danos à saúde como alergia e doenças como asma, que levam à morte prematura. Ambientes saudáveis estimulam idéias e contribuem para a produtividade. Os produtos á base de solventes, como a tinta a óleo, o esmalte sintético e os de impermeabilizações, emitem na atmosfera hidrocarbonetos aromáticos e alifáticos, hidrocarbonetos contendo halogênio, cetonas, ésteres, álcoois, os quais contribuem na formação do ozônio troposférico (smog fotoquímico), que tem efeitos prejudiciais à saúde, principalmente para a população que faz parte de grupos vulneráveis a esses agentes químicos. No mundo inteiro, a obtenção de tecnologias e produtos ambientalmente amigáveis tem sido uma das principais linhas de pesquisa, o que levou a mudanças significativas nas formulações, produções e aplicações destes segmentos, nos países do primeiro mundo (Não no Brasil!). Várias tecnologias estão sendo adotadas com sucesso, como a formulação de produtos sem odor, com baixo teor de VOC, sem solventes (isentos desse tipo de emissão), com 100% de sólidos (Sólidos-Líquidos), colaborando na redução drástica de solventes aromáticos, substituição de produtos de base solvente por emulsões à base d’água, uso de novos tipos de coalescentes nas tintas de base aquosa e produção de tintas em pó.Estudos patrocinados pela Agência de Proteção Ambiental – EPA/USA, enviado ao Congresso em 1995, demonstrou que produtos de consumo comerciais, como tintas da linha arquitetura, produtos convencionais para impermeabilizações e produtos de higiene/limpeza, contribuem, anualmente, com aproximadamente 28% de emissão do C.O.Vs. ou V.O.Cs.  Índice extremamente alto.  Então, não adianta ficarmos acusando ou esperando nossos governantes e políticos tomarem alguma decisão sobre a defesa do nosso meio ambiente. A questão é saber o que cada pessoa ou membro de nossa sociedade pode fazer, no seu dia a dia, com medidas efetivas de proteção ao nosso meio ambiente.

Sds.João Alfredo C. Alvim  

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Novo e Revolucionário Paradigma Científico e Tecnológico para Impermeabilização e Revestimentos Protetivos Verdes.

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IMPERMEABILIZAR – VISÃO CONVENCIONAL.

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Efeito do Sol (calor) e de seus Raios U.V em Fachadas e Impermeabilizações

Tendo recebido dezenas de reclamações com relação aos problemas de Pintura Protetiva das Fachadas de Prédios e Casas (e outros), principalmente aos desplacamentos de pastilhas ou lajotas de cerâmicas, achei que seria importante levar algumas informações técnicas para conhecimento e apreciação dos proprietários de imóveis.

 

    Estudos realizados pela empresa Americana, Rohm And Haas, maior fabricante de resinas acrílicas para construção civil do mundo, tanto para pintura, argamassa e rejunte, comprovam que a maior incidência de desplacamentos em Fachadas de Prédios ou Casas, tem como maior responsável a qualidade dos revestimentos usados como impermeabilizantes, argamassas e rejuntes, principalmente em regiões de orla marítima ou de muito sol. O problema reside na resina básica de cada formulação de cada produto. Dado ao comportamento físico de cada construção, Dilatação e Contração 24 h por dia (todos os dias, meses e anos), mais as reações químicas que eles estam sujeitos em sua exposição diária ao intempérismo local e regional, concluiram que os produtos acima mencionados, no mínimo, necessitam serem formulados com resinas acrílicas puras (obrigatório).  Mas, só isto não basta, é necessário que a resina acrílica possua muita elasticidade,  alta resiliência ou memória, para resistir a milhares de vezes o movimento de dilatação e contração do prédio ou da construção, ao mesmo tempo resistir a degeneração do polímero pela ação dos raios U.V (stress crack) e bloquear o over spray causado pela atividade das ondas do mar e o vento.

 

    Infelizmente, nenhum produto fabricado e vendido para as patologias ou “mazelas” acima mencionadas, em nosso país, possuem resinas acrílicas puras, elastoméricas e resilientes de origem. Creio que, somente, alguns Latex Acrílicos são formulados com resinas acrílicas puras, mas convencionais, que resistem aos Raios U.V., apesar de serem, inadequadamente, chamadas de resinas elastoméricas, pois o seu coeficiente de resiliência é muito pequeno e baixo(memória). O ideal seria, tal e qual como nos USA, Japão, Canadá, Itália e outros países; que os nossos revestimentos protetivos para pintura de pardes e fachadas, para argamassas e para rejuntes fossem fabricados com as Novas Resinas Acrílicas de 2ª Geração, as verdadeiras resinas elastoméricas e de altíssima resiliência,  aprimoradas para solucionar problemas de acabamento em fachadas, paredes e telhados. Nos países do primeiro mundo, elas são conhecidas como Resinas Acrílicas EWC de Altíssima Resiliência. Outra vantagem desta Inovação Tecnológica, com relação a paredes internas e externas, seja para prédios ou residências é que deixaram de existir aquelas micro fissuras e trincas (dezenas). Também poderemos adicionar efeito autolimpante  à superfície da fachada do prédio ou residência, e, sempre que chover, a fuligem seria removida. Mais uma vez, espero ter colaborado com informações técnicas sobre revestimento protetivos, spray impermeabilizações e pintura de qualidade (são 27 anos).

Como se comportam os impermeabilizantes em geral diante da incidência dos raios UV (Ultra-Violeta) do Sol?

Quando se aplica uma camada impermeabilizante sobre uma superfície, queremos que ela cumpra o seu papel, não só logo após a aplicação, mas que permaneça impermeabilizando e protegendo por anos e anos, certo?

É aí que entra um aspecto muito pouco destacado ou informado quando se compra ou se vende um sistema de impermeabilização. Como os materiais vão se comportar ao longo dos anos? Como vão se comportar ao longo de longos períodos expostos à luz do sol?

A verdade é que a maioria dos materiais impermeabilizantes são suscetíveis à ação da luz do sol. Os raios Ultra-Violeta agem como promotores de reações químicas negativas entre os produtos que compõem certos impermeabilizantes. O resultado? Perda da plasticidade, endurecimento, perda da capacidade de resistir íntegros às dilatações, trincas, rompimentos e vazamentos!

1) o que o sol faz com as mantas asfálticas?

Independente de serem elastoméricas, plastoméricas ou qualquer outra coisa, as mantas asfálticas são basicamente: asfalto ou betume. E como todo hidrocarboneto, polimeriza por ação de UV (entre diversos outros fatores). Portanto, deixar uma manta asfálticas exposta ao sol é o mesmo que encurtar drasticamente sua vida útil e funcional. A manta torna-se progressivamente menos plástica, menos resistente a danos mecânicos, e chega em casos limítrofes a apresentar trincas (stress craking).

Também por esta razão é que se aplica a proteção mecânica (argamassa) sobre a manta. As únicas mantas que dispensam esta proteção são as mantas aluminadas e ardosiadas. Nestas, a camada de alumínio ou de granita fazem com que a luz do sol não atinja a camada de asfalto.

2) O que o sol faz com argamassas poliméricas (cimentos poliméricos ou cristalizantes)?

Com o cimento propriamente dito, nada (excluindo-se o processo de dilatação e contração). Mas os aditivos que tornam a argamassa impermeabilizante podem sofrer algum prejuízo. Neste caso não só dos raios UV, mas do calor mesmo. Por quê?

Dois princípios atuam nestes produtos:

primeiro é a cristalização, que é a transformação de certos silicatos em hidrosilicatos, que são insolúveis e entopem os poros da argamassa. Só que esta transformação ocorre necessariamente na presença de água. Sem ela, ou melhor, na extrema falta dela (o que pode ocorrer numa insolação demasiada), o hidrosilicato pode voltar a virar silicato, que não impermeabiliza nada.

O segundo é a ação filmógena das resinas adicionadas. Se for uma resina acrílica pura, você poderia dormir tranqüilo. Mas se for uma composta – blendas de resinas, geralmente uma resina estireno-acrílica, epóxi ou aromática, ponha as barbas de molho. Estás resinas sofrem com a ação do UV, perde plasticidade, memória e etc. E como nunca sabemos que tipo de resina é usado na composição da argamassa, melhor proteger com uma camada de tinta acrílica pura.

3) E os acrílicos? O que o sol faz com eles?

Como já foi acima informado, os acrílicos puros passam batidos diante da incidência dos raios UV. Mas é muito comum, em muitos produtos, o uso de blendas de resinas, chamada de co-polímeros.

E por que se usam estes co-polímeros? Ora, porque uma resina pura chega a custar quase o dobro do que uma blendada. E. lamentavelmente, em nosso país ainda não há uma regulamentação que exija esclarecer ao usuário, de forma C-L-A-R-A e expressa, quais são os tipos de resina que estão usando na fabricação de seu produto.

Exemplificando: a maioria das tintas imobiliárias comuns, vendidas em home-centers e lojas é feita com resinas blendadas. Uma boa parte dos impermeabilizantes acrílicos são estireno-acrílicos ou vinil-acrílicos. Portanto, fique de olho.

Resumo: De nada adianta executar uma operação de impermeabilização se o produto aplicado é inadequado ou ele não vai resistir às solicitações físicas e químicas do local a ser revestido, se ele vai ser alterado com a ação das intempéries e dos raios Ultra Violeta emitidos pelo Sol. Pode impermeabilizar nos primeiros meses, mas depois perde sua função. E você perde seu dinheiro.

Sds.

João Alfredo C. Alvim

Diretor Técnico e Comercial

Purpoxy – Casa de Sistemas Anticorrosivos Ltda.

Cel.: 011.91571098

Home Pages: www.poliureia.com.br  , www.purpoxy.com.br  ou www.arquitetura.com.br  clicando na janela Colunas e procurando João Alfredo: vários artigos sobre revestimentos. 

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O Novo Paradigma nas Impermeabilizações: Tecnologias Verdes

Estamos saindo de um processo de globalização e entrando em uma nova fase do desenvolvimento mundial onde o capital percebe que poderá estar diante de grandes riscos que, somente, também com uma nova postura empresarial global de preservação do nosso Meio Ambiente, poderão ser minimizados.


Com um terço da população mundial marginalizada, existe um potencial crescente para explosões sociais colocando em risco a segurança das pessoas e dos negócios. Com o planeta continuamente desgastado ambientalmente e com vários recursos naturais se esgotando em futuro previsível os negócios passam a também correr o risco de não perenidade.

Em outras palavras: o capital, em longo prazo, corre o risco de perder o valor relativo caso não sejam tomadas providências para minimizar o efeito desses problemas globais. A partir destas constatações, devemos começar a formar uma nova consciência de que não haverá sustentabilidade empresarial se não houver, também, sustentabilidade social e desenvolvimento tecnológico sustentável, havendo um direcionamento e foco para as “Tecnologias Verdes”.

O esforço de restabelecer um mínimo de sustentabilidade ecológica e social em relação a evidente perenização da vida e dos negócios no planeta terá que ser feito, principalmente, através da iniciativa privada e de algumas lideranças tecnológicas de mercado, haja vista que pelo processo anterior de globalização e pelas políticas governamentais até então vigentes, muitas empresas se tornaram maiores que muitos estados, apresentando a mesma lentidão nas questões de proteção eficaz do meio ambiente.

No atual estágio político-econômico-social da humanidade os governos e as instituições multilaterais governamentais já não têm a mesma força para levar adiante uma revolução cultural que busque o caminho de um patamar de re-equilíbrio harmonioso entre população (pessoas), planeta (meio ambiente e recursos) e negócios.


O novo conceito de responsabilidade ecológica e social corporativa é a nova direção para a qual deverão se voltar as principais empresas em seus setores, buscando liderar essa fase de conscientização e atentas também para a questão de que os consumidores estarão dando preferência às empresas que priorizam o lançamento de inovações tecnológicas e produtos com “tecnologias verdes”. (Impermeabilização X Bioimpermeabilização)

 

 

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“Para podermos enfrentar os problemas mundiais em relação a redução da poluição ambiental do nosso Meio Ambiente é preciso que as empresas estejam começando a liderar uma revolução em nossa consciência, passando a servir à sociedade com recursos, medidas e tecnologias que afirmem a vida, que sejam sustentáveis, humanistas e responsáveis.”

 

 

Todas as empresas que vivem das vendas de seus produtos em seus mercados estão sempre buscando se diferenciar de seus concorrentes procurando atender, de forma antecipada, as novas demandas do mercado.

Em nosso atual estado tecnológico de agressão ao Meio Ambiente, surge uma nova diferenciação de competitividade no mercado de impermeabilizações, onde as empresas químicas voltadas para este segmento estão se deparando com uma nova forma de oferecer seus produtos devido a gravidade dos danos causados pelo “Efeito Estufa”: São Produtos para Industrializações e Construções Verdes (Green Buildings), todos baseados em “tecnologias verdes” e sustentáveis!

Sds.

Regina Célia

Assessoria de Imprensa

 

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